Dignidade menstrual na formação docente
cartografias de experiências no Brasil e no México
DOI:
https://doi.org/10.14244/rau.v16i2.491Palavras-chave:
Dignidade menstrual, formação docente, direitos humanos, formação intersetorialResumo
Esta investigação apresenta pesquisas e intervenções cartográficas envolvendo dignidade menstrual e formação docente realizadas nos territórios Brasil e México. A primeira (2022) ocorreu junto à rede municipal de professores/as de Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, Brasil. A segunda integrou aulas temáticas junto de estudantes da Universidad Pedagógica Nacional em Cuernavaca, Morelos, México (2024). A terceira apresenta um minicurso realizado no Município de Três Coroas (2024), Rio Grande do Sul. Tanto Brasil quanto México aderiram à Constituição Universal de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) e fazem parte da lista de países-membros do Conselho de Direitos Humanos. Ambos têm índices similares de violação dos direitos sexuais e reprodutivos das pessoas que menstruam. As intervenções buscam a autonomia de cada território para reconhecer estigmas universalizantes e colonialistas envolvendo o sangue menstrual, resgatar saberes e gerir seus processos históricos diante das menstruações.
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